Prémio mundial da liberdade de imprensa para jornalista libanesa
A jornalista libanesa anti-síria May Chidiac, gravemente ferida no ano passado num atentado, foi hoje distinguida com o Prémio Mundial da Liberdade de Imprensa UNESCO/Guillermo Cano.
O prémio, no valor de 25.000 dólares, recompensa a «pivot» da estação televisiva LBC, cuja «popularidade deve muito ao seu profissionalismo mas também à sua forma aberta de falar, num país traumatizado por anos de guerra», indicou a UNESCO em comunicado em Paris.
May Chidiac ficou ferida na explosão de uma bomba colocada debaixo da sua viatura a 25 de Setembro último, em Beirute, e teve de ser submetida à amputação de uma mão e uma perna.
«Esta tragédia comoveu profundamente a opinião pública libanesa, que viu em May Chidiac um símbolo da liberdade de expressão», sublinhou a UNESCO.
O Prémio UNESCO/Guillermo Cano, criado em 1997 e entregue anualmente, destina-se a «valorizar o trabalho de uma pessoa, de uma organização ou de uma instituição que defenda ou promova a liberdade de expressão em qualquer ponto do mundo, sobretudo se essa acção colocou a sua vida em perigo», segundo a agência especializada da ONU.
O galardão ostenta o nome do jornalista colombiano Guillermo Cano, assassinado em 1987 por ter denunciado as actividades dos poderosos barões da droga do seu país.
O Líbano assistiu entre Outubro de 2004 e Setembro de 2005 a 14 atentados, o mais espectacular dos quais foi o assassínio do ex- primeiro-ministro Rafic Hariri, do qual a Síria foi acusada por um inquérito internacional.
Dois jornalistas anti-sírios de renome, Samir Kassir e Gebran Tueni, foram também mortos em atentados em Beirute no ano passado.
A candidatura de May Chidiac a este prémio da UNESCO foi apresentada pelo ministério da Cultura libanês.
O prémio, no valor de 25.000 dólares, recompensa a «pivot» da estação televisiva LBC, cuja «popularidade deve muito ao seu profissionalismo mas também à sua forma aberta de falar, num país traumatizado por anos de guerra», indicou a UNESCO em comunicado em Paris.
May Chidiac ficou ferida na explosão de uma bomba colocada debaixo da sua viatura a 25 de Setembro último, em Beirute, e teve de ser submetida à amputação de uma mão e uma perna.
«Esta tragédia comoveu profundamente a opinião pública libanesa, que viu em May Chidiac um símbolo da liberdade de expressão», sublinhou a UNESCO.
O Prémio UNESCO/Guillermo Cano, criado em 1997 e entregue anualmente, destina-se a «valorizar o trabalho de uma pessoa, de uma organização ou de uma instituição que defenda ou promova a liberdade de expressão em qualquer ponto do mundo, sobretudo se essa acção colocou a sua vida em perigo», segundo a agência especializada da ONU.
O galardão ostenta o nome do jornalista colombiano Guillermo Cano, assassinado em 1987 por ter denunciado as actividades dos poderosos barões da droga do seu país.
O Líbano assistiu entre Outubro de 2004 e Setembro de 2005 a 14 atentados, o mais espectacular dos quais foi o assassínio do ex- primeiro-ministro Rafic Hariri, do qual a Síria foi acusada por um inquérito internacional.
Dois jornalistas anti-sírios de renome, Samir Kassir e Gebran Tueni, foram também mortos em atentados em Beirute no ano passado.
A candidatura de May Chidiac a este prémio da UNESCO foi apresentada pelo ministério da Cultura libanês.
Diário Digital / Lusa

0 Comments:
Enviar um comentário
<< Home